
O setor de marketing da Disney no Brasil enviou para o Video and Noise os números da Alice, são números maravilhosos, e por isso afirmo que uma produção deve ser medida pelo mercado mundial, se limitar ao mercado norte-americano não é mais viável.
Com um público estimado em 875 mil pessoas, o que gerou uma renda aproximada de R$ 10.545.708,00 neste final de semana, “Alice no País das Maravilhas” é a maior bilheteria de abertura da Walt Disney Pictures no Brasil – 12% acima de “Piratas do Caribe 3″, recorde anterior dos estúdios Disney no país.
A história da menina que cai na toca de coelho e é transportada para uma terra fantástica, povoada de seres estranhos, somou vários recordes em seus três primeiros dias de exibição.
É a maior abertura de um filme original (que não é sequência) da Disney, a quarta maior abertura da indústria e também o quarto filme da história a ultrapassar a marca dos R$ 10 milhões em apenas 3 dias em cartaz. Do resultado obtido, o formato 3D foi responsável por 47% do total de público e 58% do total de renda bruta.
Já o 2D foi responsável por 52% do total de público e 40% do total da arrecadação bruta. As duas salas IMAX ficaram com 1% do público e 2% da renda. A versão de Tim Burton desse clássico literário traz Johnny Depp (parceiro de longa data do diretor) na pele do Chapeleiro Louco, a atriz australiana Mia Wasikowska (mais conhecida pelo seriado “Em Terapia”, da HBO) no papel da protagonista, Helena Bonham Carter como a Rainha Vermelha e Anne Hathaway como a Rainha Branca, entre outros atores do elenco.
Amanhã a Equipe do Video and Noise irá a sessão IMAX 3D, depois teceremos uma análise.
















