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Um grande evento religioso reuniu nesta quarta-feira mais de 1 milhão de pessoas na Enseada de Botafogo, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro.
O local tem sido palco de vários outros megaeventos, mas o curioso é que justamente neste evento específico o prefeito Eduardo Paes pediu desculpas pelos transtornos no trânsito. Talvez por que nem ele nem seu amigo Sérgio Cabral tenham sido convidados para tal evento. Imagina Cabral falando para mais de 1 milhão de pessoas !!!
Prefeito, o senhor já pediu desculpas pois:
- Enquanto o senhor estava curtindo o Reveillon dos ricos na Zona Sul pessoas em áreas de risco morriam no início do ano;
- sua administração na prefeitura do Rio ao invés de fazer convênio com universidades e ógãos técnicos de geofísica, geologia, meteorologia e engenharia, foi fazer convênio com um tal Cobra Coral sem nenhum título acadêmico que demonstre a sua expertise nos temasm técnicos?
- seu choque de ordem recai sobre os pobres, camelôs, trabalhadores de rua, e a ordem é garantida para os abastados?
- a saúde e educação sobre a sua administração é péssima e é um verdadeiro choque sem ordem sobre os usuários, quase todos pobres?
- a parada gay causou grande transtorno na cidade e no trânsito?
- o movimento politiqueiro desnecessário feito pelo senhor e seu padrinho Cabral no Centro do Rio no horário do rush causou um enorme embaraço no trânsito ( nada mudou a posição do Senado a respeito do marco regulatório do Pré-Sal ).
Prefeito, peça ao Cabral para ele se desculpar com a sociedade e, principalmente, com a família das vítimas, com seus filhos, seus pais e com as mães dos seus filhos, porque ele estava preocupado em construir uma imagem de R 50 milhões de reais em Niterói enquanto mais de 200 pessoas morreram soterradas nesta cidade. Com esse dinheiro ele teria removido todas as famílias daquele local. Peça a ele para pedir desculpas e não se esconder quando houver tragédias.
Prefeito, o senhor e seu padrinho político nos envergonham. Infelizmente são o clímax do mal. O ápice da miséria e pobreza política.
Fonte: Paulo Teixeira

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